O Ronald McDonald está buscando uma saída… A partir do próximo mês, o McDonald’s vai começar a oferecer cafés da manhã por até US$ 4 nos Estados Unidos, em um movimento que tenta resgatar o fator preço como diferencial do fast-food.
Nessa mesma linha, a rede dos lanches mais famosos do mundo está planejando montar um combo por apenas US$ 3.
“Por que devo saber disso?” Apesar de não ser no Brasil, esse movimento no mercado americano reflete uma tendência que pode se espalhar por empresas em diferentes economias: como superar a queda no consumo por conta do aumento de preços.
Os dados não mentem…
As redes de fast-food eram o destino de cerca de 38% dos gastos com comida fora de casa em 2021 e caíram para 36,2% em 2024, sendo ultrapassadas pelos restaurantes tradicionais — aqueles que você senta e é servido por um garçom.
Em termos absolutos, o dinheiro gasto em restaurantes até se manteve estável. No entanto, parte do dinheiro que estava indo para fast-foods passou a ser gasto em supermercados, uma vez que o público dessas redes prioriza comida a baixo preço.
Na prática, os fast-foods deixaram de ser vistos como a opção mais barata, com 78% dos consumidores agora considerando os produtos dessa classe como “de luxo”.

